
Amanhã, 13 de novembro de 2011, muitos brasileiros deixarão o cigarro por pelo menos um dia motivados pelo quadro “Brasil sem cigarro” do programa global Fantástico. Essas campanhas são bem-vindas e devem acontecer sempre. Contudo, seria bom também que o Brasil se conscientizasse dos danos da ingestão de outra droga: o álcool.
Quanto mais pessoas entenderem que bebidas alcoólicas prejudicam a saúde e a sociedade, menos consumidores teremos e menores serão os problemas decorrentes desse hábito. O fato é que, se isto acontecesse, seriam significativamente reduzidas as ocorrências de agressões a mulheres em seus lares, o número de acidentes de trânsito e alguns quadros de doença nos hospitais.
Esses benefícios, no entanto, são difíceis de serem alcançados em uma sociedade que não somente tolera, mas incentiva o consumo de bebidas fermentadas. Ao contrário do cigarro, que conta com campanhas amplas de combate ao fumo e rígidas restrições à propaganda e locais de consumo, o hábito de beber é vendido em horário nobre na TV revestido de um status quo aceito e, por que não dizer, pregado.
Exaltando o álcool há até quem diga, baseado em pesquisas tendenciosas, que beber moderadamente é benéfico à saúde. Nesse sentido o campeão de elogios é o vinho: “uma taça por dia aumenta a longevidade”, dizem. Cabe aqui uma nota publicada na revista Men’s Health, de junho/2011, respondendo a um leitor sobre os benefícios do vinho tinto comparados aos do suco de uva:
Uma campanha nacional que levasse o Brasil a refletir sobre essas perguntas seria muito benéfica às pessoas, especialmente aos jovens. Que tal um “Brasil sem álcool”, considerando seus danos à sociedade, às famílias e a saúde. Proveitoso seria, e muitos ganhariam, se mais e mais pessoas trocassem um copo de cerveja por outro de suco.
Quanto mais pessoas entenderem que bebidas alcoólicas prejudicam a saúde e a sociedade, menos consumidores teremos e menores serão os problemas decorrentes desse hábito. O fato é que, se isto acontecesse, seriam significativamente reduzidas as ocorrências de agressões a mulheres em seus lares, o número de acidentes de trânsito e alguns quadros de doença nos hospitais.
Esses benefícios, no entanto, são difíceis de serem alcançados em uma sociedade que não somente tolera, mas incentiva o consumo de bebidas fermentadas. Ao contrário do cigarro, que conta com campanhas amplas de combate ao fumo e rígidas restrições à propaganda e locais de consumo, o hábito de beber é vendido em horário nobre na TV revestido de um status quo aceito e, por que não dizer, pregado.
Exaltando o álcool há até quem diga, baseado em pesquisas tendenciosas, que beber moderadamente é benéfico à saúde. Nesse sentido o campeão de elogios é o vinho: “uma taça por dia aumenta a longevidade”, dizem. Cabe aqui uma nota publicada na revista Men’s Health, de junho/2011, respondendo a um leitor sobre os benefícios do vinho tinto comparados aos do suco de uva:
Praticamente [os benefícios são os mesmos]. “Ambos são ricos em reverastrol, um antioxidante encontrado em abundância na uva”, diz Tamara Mazaracki, nutróloga da Clínica Slim, no Rio de Janeiro. A substância, que ajuda a ‘frear’ o envelhecimento, é benéfica para o coração e as articulações, segundo a especialista. O vinho, contudo, tem uma desvantagem: é mais calórico – 90 mililitros (aproximadamente a quantidade em uma taça) contém 90 calorias; a mesma quantidade de suco carrega 54 caloriasFica então a pergunta: não seria mais saudável e menos arriscado optar pela opção que vem sem álcool?
Uma campanha nacional que levasse o Brasil a refletir sobre essas perguntas seria muito benéfica às pessoas, especialmente aos jovens. Que tal um “Brasil sem álcool”, considerando seus danos à sociedade, às famílias e a saúde. Proveitoso seria, e muitos ganhariam, se mais e mais pessoas trocassem um copo de cerveja por outro de suco.
”Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.” Provérbios 23:31
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Imagem: sxc.hu
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