
Achei este texto do Pastor Justin Buzzard tocante e fenomenal. Com sua devida autorização, traduzi para o Uma Questão de Perspectiva.
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Steve, o Vale do Silício e Jesus
Eu vivo a cerca de dez quilômetros da sede da Apple. Ontem [5 de outubro] eu dirigi os dez quilômetros para almoçar em um restaurante em frente a esta empresa com um engenheiro que trabalha lá e que faz parte de nossa igreja. Fiquei impressionado com a paixão deste homem por trabalhar na Apple e por compartilhar o evangelho com seus colegas de trabalho.
Eu contei a ele sobre o meu velho amigo que ocupa um alto posto na Apple, um cristão que tem visto a propagação do evangelho de maneira emocionante dentro da empresa. Contei-lhe como Steve Jobs, às vezes, nos cafés da manhã que eu tomava com este meu velho amigo, ligava ou mandava uma mensagem de texto para ele durante o nosso café. Isso foi o mais próximo que eu já cheguei de Steve Jobs.
Mas Steve Jobs chegou perto de mim. Seus produtos estão em minha casa e no meu bolso. Invenções de Steve estão na sua casa também. Coisas do Steve estão em toda parte.
Essa é a coisa emocionante sobre viver e trabalhar no Vale do Silício: o que acontece aqui afeta o mundo. Eu não acho que há uma outra região geográfica como esta, uma região que tem tal impacto exponencial em todo o mundo. Pense sobre isso. O Vale do Silício é o lar de: Apple, Google, Facebook, eBay, Yahoo, LinkedIn, Netflix, Hewlett-Packard, Adobe Systems, Cisco, Oracle, Intel, e muitas outras empresas que quebraram paradigmas e mudaram a maneira como vivemos.
Não é apenas o que está no meu bolso, mas os próprios bolsos foram impactados por Steve Jobs. Muitas vezes me pergunto se a razão de eu pregar de jeans é porque Steve Jobs se apresentava de jeans – foi Steve que fez parecer normal para um líder ficar na frente de uma grande multidão e fornecer informações importantes, enquanto usava jeans? E já várias vezes eu me referi ao ex-CEO da Apple simplesmente como “Steve”. Essa é a cultura aqui no Vale do Silício: casual. Você chama o CEO da empresa mais rica da América de "Steve", não "Sr. Jobs”. Vinte anos atrás não era assim que se falava ou se referia a CEOs ou outros em posições de autoridade. Aqui no Vale do Silício e em todo o mundo, Steve tem impactado a nossa tecnologia, nossa roupa, e como falamos uns com os outros.
Steve realizou uma quantidade impressionante de coisas em 56 anos. Na minha opinião, a minha vida e a sua vida é melhor por causa de um homem chamado Steve. E agora, Steve está morto. O homem que melhorou a nossa vida perdeu a sua.
O que eu gosto de pensar é que em seus últimos dias Steve colocou sua fé em Jesus. É inteiramente possível. Eu sei que Steve estava entrando em contato regular com cristãos e ouvia o evangelho na Apple. Só Deus sabe onde Steve está hoje.
Jesus viveu na terra por apenas 33 anos em um lugar muito menos sexy do que o Vale do Silício. Ele nunca inventou nada, mas ele mudou o mundo. Ele teve uma morte muito mais brutal do que Steve. Jesus não morreu, ele foi assassinado. Dois mil anos depois, Jesus está em toda parte – em todo o mundo as pessoas ainda estão falando, adorando, amando e seguindo Jesus. Estaremos falando de Steve por um longo tempo, mas com o passar das décadas essas conversas vão desaparecer. E a Apple não vai viver para sempre.
Steve deu 56 anos de sua vida para melhorar a nossa vida.
Jesus deu 33 anos de sua vida para salvar a nossa vida.
Essa é a grande diferença entre Steve e Jesus. Steve veio para melhorar. Jesus veio para salvar. Um homem pensou que melhoria é o que mais precisamos. O outro homem pensou que salvação – resgate – é o que mais precisamos.
O evangelho do Vale do Silício é melhorar. Eu vivo e ministro em um lugar que está melhorando a vida aqui e em todo o mundo. Eu sonho em impactar essa região que está impactando o mundo com um evangelho diferente. Steve é grande. Mas nós não precisamos de Steve, nós precisamos de Jesus. Eu sou grato ao homem que melhorou a nossa vida. Mas precisamos saber do homem que perdeu sua vida para salvar a nossa.
Por Pr. Justin Buzzard, Garden City Church, San Jose, California
Imagem: post original
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Steve, o Vale do Silício e Jesus
Eu vivo a cerca de dez quilômetros da sede da Apple. Ontem [5 de outubro] eu dirigi os dez quilômetros para almoçar em um restaurante em frente a esta empresa com um engenheiro que trabalha lá e que faz parte de nossa igreja. Fiquei impressionado com a paixão deste homem por trabalhar na Apple e por compartilhar o evangelho com seus colegas de trabalho.
Eu contei a ele sobre o meu velho amigo que ocupa um alto posto na Apple, um cristão que tem visto a propagação do evangelho de maneira emocionante dentro da empresa. Contei-lhe como Steve Jobs, às vezes, nos cafés da manhã que eu tomava com este meu velho amigo, ligava ou mandava uma mensagem de texto para ele durante o nosso café. Isso foi o mais próximo que eu já cheguei de Steve Jobs.
Mas Steve Jobs chegou perto de mim. Seus produtos estão em minha casa e no meu bolso. Invenções de Steve estão na sua casa também. Coisas do Steve estão em toda parte.
Essa é a coisa emocionante sobre viver e trabalhar no Vale do Silício: o que acontece aqui afeta o mundo. Eu não acho que há uma outra região geográfica como esta, uma região que tem tal impacto exponencial em todo o mundo. Pense sobre isso. O Vale do Silício é o lar de: Apple, Google, Facebook, eBay, Yahoo, LinkedIn, Netflix, Hewlett-Packard, Adobe Systems, Cisco, Oracle, Intel, e muitas outras empresas que quebraram paradigmas e mudaram a maneira como vivemos.
Não é apenas o que está no meu bolso, mas os próprios bolsos foram impactados por Steve Jobs. Muitas vezes me pergunto se a razão de eu pregar de jeans é porque Steve Jobs se apresentava de jeans – foi Steve que fez parecer normal para um líder ficar na frente de uma grande multidão e fornecer informações importantes, enquanto usava jeans? E já várias vezes eu me referi ao ex-CEO da Apple simplesmente como “Steve”. Essa é a cultura aqui no Vale do Silício: casual. Você chama o CEO da empresa mais rica da América de "Steve", não "Sr. Jobs”. Vinte anos atrás não era assim que se falava ou se referia a CEOs ou outros em posições de autoridade. Aqui no Vale do Silício e em todo o mundo, Steve tem impactado a nossa tecnologia, nossa roupa, e como falamos uns com os outros.
Steve realizou uma quantidade impressionante de coisas em 56 anos. Na minha opinião, a minha vida e a sua vida é melhor por causa de um homem chamado Steve. E agora, Steve está morto. O homem que melhorou a nossa vida perdeu a sua.
O que eu gosto de pensar é que em seus últimos dias Steve colocou sua fé em Jesus. É inteiramente possível. Eu sei que Steve estava entrando em contato regular com cristãos e ouvia o evangelho na Apple. Só Deus sabe onde Steve está hoje.
Jesus viveu na terra por apenas 33 anos em um lugar muito menos sexy do que o Vale do Silício. Ele nunca inventou nada, mas ele mudou o mundo. Ele teve uma morte muito mais brutal do que Steve. Jesus não morreu, ele foi assassinado. Dois mil anos depois, Jesus está em toda parte – em todo o mundo as pessoas ainda estão falando, adorando, amando e seguindo Jesus. Estaremos falando de Steve por um longo tempo, mas com o passar das décadas essas conversas vão desaparecer. E a Apple não vai viver para sempre.
Steve deu 56 anos de sua vida para melhorar a nossa vida.
Jesus deu 33 anos de sua vida para salvar a nossa vida.
Essa é a grande diferença entre Steve e Jesus. Steve veio para melhorar. Jesus veio para salvar. Um homem pensou que melhoria é o que mais precisamos. O outro homem pensou que salvação – resgate – é o que mais precisamos.
O evangelho do Vale do Silício é melhorar. Eu vivo e ministro em um lugar que está melhorando a vida aqui e em todo o mundo. Eu sonho em impactar essa região que está impactando o mundo com um evangelho diferente. Steve é grande. Mas nós não precisamos de Steve, nós precisamos de Jesus. Eu sou grato ao homem que melhorou a nossa vida. Mas precisamos saber do homem que perdeu sua vida para salvar a nossa.
Por Pr. Justin Buzzard, Garden City Church, San Jose, California
Imagem: post original
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