
A idolatria é um fenômeno global. Pode-se encontrar em todos os lugares do planeta e, ao longo da história, em todas as gerações. Contudo, há um tipo que muitos não atentam, mas que é possível notar: o cientificismo.
Na teologia bíblica, e portanto cristã, idolatria é adorar e servir o que foi criado e não Aquele que criou (Romanos 1:25). Não são poucos os exemplos antigos de animais e fenômenos da natureza que ganhavam o status de divino.
O cientificismo é uma forma sutil de idolatria encontrada entre alguns cientistas, muitos dos quais eruditos e eloquentes. Pode-se dizer que este é um fenômeno recente, dos últimos 200 anos, que eleva a ciência ao patamar de “senhora de todas as verdades”.
Não confundir o cientificismo com ciência. Esta é composta de métodos e técnicas que podem e devem ser adotados para investigar fenômenos observados na natureza. Aquele é postura epistemológica e filosófica que acredita que se um dado fenômeno não passa pelo crivo da ciência, então não é válido
Assim, a fé passa a ser investigada apenas como fenômeno social e as emoções são olhadas como meros processos bioquímicos.
No cientificismo, Deus não é apenas deixado de lado, como fenômeno sobrenatural não passível de investigação. Nele Deus é alguém a ser combatido, destruído, rechaçado, pois seria fruto de superstições antigas e primitivas que não cabem mais neste contexto moderno, iluminista e humanista.
Dessa forma, ao defender a ideia de que toda e qualquer resposta pode ser encontrada na natureza, a qual os cristãos chamam de criação, o cientificismo propõe um resgate de uma forma pagã antiga de pensar. Tudo então giraria em torno da natureza, começaria e acabaria nela. Isso, caro leitor, se iguala ao que a Bíblia chama de idolatria.
Nada tão moderno. Nada tão antigo.
Veja também:
- Cientistas cristãos?
- Fé e ciência: um diálogo importante
Imagem: sxc.hu
Na teologia bíblica, e portanto cristã, idolatria é adorar e servir o que foi criado e não Aquele que criou (Romanos 1:25). Não são poucos os exemplos antigos de animais e fenômenos da natureza que ganhavam o status de divino.
O cientificismo é uma forma sutil de idolatria encontrada entre alguns cientistas, muitos dos quais eruditos e eloquentes. Pode-se dizer que este é um fenômeno recente, dos últimos 200 anos, que eleva a ciência ao patamar de “senhora de todas as verdades”.
Não confundir o cientificismo com ciência. Esta é composta de métodos e técnicas que podem e devem ser adotados para investigar fenômenos observados na natureza. Aquele é postura epistemológica e filosófica que acredita que se um dado fenômeno não passa pelo crivo da ciência, então não é válido
Assim, a fé passa a ser investigada apenas como fenômeno social e as emoções são olhadas como meros processos bioquímicos.
No cientificismo, Deus não é apenas deixado de lado, como fenômeno sobrenatural não passível de investigação. Nele Deus é alguém a ser combatido, destruído, rechaçado, pois seria fruto de superstições antigas e primitivas que não cabem mais neste contexto moderno, iluminista e humanista.
Dessa forma, ao defender a ideia de que toda e qualquer resposta pode ser encontrada na natureza, a qual os cristãos chamam de criação, o cientificismo propõe um resgate de uma forma pagã antiga de pensar. Tudo então giraria em torno da natureza, começaria e acabaria nela. Isso, caro leitor, se iguala ao que a Bíblia chama de idolatria.
Nada tão moderno. Nada tão antigo.
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Imagem: sxc.hu
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